quinta-feira, 26 de abril de 2012

Inelegibilidade em Jacaraú III


São parentes
Por consanguinidade
Por afinidade
Olá Pessoal! A tabela abaixo foi aplicada pela justiça Eleitoral nas Eleições 2002. Continuando esse entendimento, como a sogra de João Ribeiro é prefeita, vai a reeleição, é bem provável que ele também não possa concorrer aqui em Jacaraú.
Ou seja, ela não pode concorrer lá e ele concorrer aqui, pois por afinidade e em linha reta são parentes em 1º grau. 
Januário Neto

LINHA COLATERAL FEMININA
LINHA RETA
LINHA COLATERAL MASCULINA
 
 
 
Trisavô(ó)
4º grau
 
 
 
 
 
 
Bisavô(ó)
3º grau
 
 
 
Tia-avó
4º grau
 
 
Avô(ó)
2º grau
 
 
Tio-avô
4º grau
Filha da
Tia-avó
5º grau
Tia
3º grau
 
Pai-mãe Sogro(a)
1º grau
 
Tio
3º grau
Filho do
Tio-avô
5º grau
Neto da
Tia-avó
6º grau
Prima
4º grau
Irmã
Cunhado
2º grau
EU
(candidato) cônjuge
Irmão Cunhada
2º grau
Primo
4º grau
Neto do
Tio-avô
6º grau
Bisneto da
Tia-avó
7º grau
Filho da
Prima
5º grau
Sobrinha
3º grau
Filho(a)
1º grau
Sobrinho
3º grau
Filho do
Primo
5º grau
Bisneto do
Tio-avô
7º grau
Trineto da
Tia-avó
8º grau
Neto da
Prima
6º grau
Neto da Irmã
4º grau
Neto(a)
2º grau
Neto do Irmão 4º grau
Neto do
Primo
6º grau
Trineto do
Tio-avô
8º grau
 
Bisneto da
Prima
7º grau
Bisneto da
Irmã
5º grau
Bisneto(a)
3º grau
Bisneto do Irmão
5º grau
Bisneto do
Primo
7º grau
 
 
Trineto da
Prima
8º grau
Trineto da
Irmã
6º grau
Trineto(a)
4º grau
Trineto do Irmão
6º grau
Trineto do
Primo
8º grau
 

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Inelegibilidade em Jacaraú II

Em entrevista ao programa "Fala Paraíba" desta terça-faira (25), levado ao ar diariamente pela Rádio Tabajara, o Promotor Federal e Procurador Regional Eleitoral, Dr. Iordan Moreira Delgado, quando perguntado pelo jornalista Célio Alves a respeito da possibilidade de filhos de prefeitos reeleitos poder se candidatar em municípios vizinhos, afirmou categoricamente que, NOS CASOS DE PARENTESCO ATÉ 2º GRAU, OU SEJA, FILHO,  IRMÃO, A LEI SE ESTENDE A ESSES CASOS, NÃO SENDO PERMITIDO A CANDIDATURA DE TAIS PRETENDENTES.
Esse caso é exatamente o que está aconteendo em Jacaraú. Dessa forma, o filho do atual prefeito de Pedro Regis não poderá concorrer a prefeitura de Jacaraú. Mesmo que ache um meio de levar adiante, a sua candidatura estará correndo um grande risco de ocorrer o mesmo que aconteceu com o seu tio nas últimas eleições municipais, onde mais de 1800 votantes tiveram o seu voto anulado. Pensem nisso!
Januário Neto.

terça-feira, 17 de abril de 2012

O Retrovisor


Há alguém que, pretendendo viajar a algum lugar, dirigindo o seu meio de transporte em direção à frente, consiga avançar em sua trajetória olhando apenas para o retrovisor?
É óbvio que não. O retrovisor serve  para nos guiar na direção correta, para que não nos desviemos da rota, de modo que nenhum maluco apressado que venha atrás da gente  possa nos atropelar. O retrovisor pode ser usado para manobrar, estacionar e até voltar.
Se viajarmos olhando diretamente para o retrovisor não chegaremos a lugar algum: Cairemos em buracos, sobraremos nas curvas, entraremos em contra-mão, colidiremos com outros veículos, muros, árvores etc.
Façamos o uso correto do retrovisor para que os funcionários não sofram com salários atrasados, com lixos e buracos nas ruas, hospitais fechados ou abertos sem atendimento, falta de veículos para atender a população carente, taxa de iluminação pública, criação do IPAM  com o seu uso inadequado, etc. etc.
Como se pode observar, não convém olhar apenas para o retrovisor, é necessário prestar bem a atenção no caminho a percorrer: Buracos, curvas sinuosas, quebra-molas, Placas de regulamentação, faixas, e mais, ter cuidados especiais com os imprevistos que podem ocorrer durante a  viagem.
Pois é! Existem tantos obstáculos a serem observados durante o caminhar que não dá para ficar olhando pra trás pelo retrovisor.
Augusto  Cury, em seu livro “superando o cárcere da emoção”  nos fala do registro automático da  memória – RAM, afirmando que se fizermos uma varredura no nosso passado verificaremos que temos mais facilidade de recordar as experiências mais frustrantes ou as mais alegres. Se pensarmos assim, então porque ficarmos recordando a todo o momento o desastre ocorrido em administrações passadas?
Vejam o que foi publicado no facebook  por um dos meus irmãos paternos : “O futuro a Deus  pertence mano, deixe a vida nos levar”. Será que precisamos viver assim?
Outra colega nossa, Jaciene Soares  publicou:
Antes, a questão era descobrir se a vida precisava de ter algum significado para ser vivida. Agora, ao contrário, ficou evidente que ela será vivida melhor se não tiver significado.
Creio que a grande maioria das pessoas não pensa assim! Talvez nem ela que publicou!
Uma outra publicação no face, realizada pelo meu sobrinho Ady, é esta abaixo.  
Realmente, não podemos seguir a diante se continuarmos olhando no retrovisor
Pois é! Temos muitas publicações com pequenos chavões que merecem uma grande reflexão.
      

O  grande filósofo grego, Platão, afirmava o conceito acima citado.
Platão instiga o cidadão comum a participar da política, seja como candidato seja como eleitor. Ele sabe que o futuro depende desse presente.
Se continuarmos colocando exemplos de pensamentos de pessoas que vivem do passado e de outras  que, mesmo com as dificuldades e desafios, avançam caminhando em busca da realização dos seus sonhos, teremos inúmeras publicações.
Precisamos vivenciar o presente orientado por um passado em busca de um futuro melhor.
As experiências ruins ficaram para traz, não são mais nossas. O futuro não nos pertence. Tudo que temos é o presente. No entanto, a sabedoria popular e a palavra de Deus nos indicam: se plantarmos boas sementes agora, a probabilidade de colhermos frutos de boa qualidade, em um futuro próximo, será enorme.
Januário Neto.

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Orçamento Democrático Participativo


Nos últimos dias foram inauguradas, pela administração municipal, importantes obras no Distrito Timbó de Jacaraú-PB, Praças, Ginásio de esporte e creche. Somas de verbas foram investidas ali. Investimentos justos e necessários. A creche colabora por demais com as crianças, enquanto que o ginásio de esportes colabora com os nossos jovens e adolescentes evitando que eles trilhem pelo mundo das drogas, e, as praças acomodam as pessoas ociosas que em sua maior parte trabalharam bastante e necessitam destes ambientes para  conversar, descansar, desparecer. Contudo é comum observarmos os moradores daquele pacato, belo, simples e humilde Distrito com potes d’água na cabeça, animais carregados com tambores cheios de água, carros de mão etc. A verdade é que nesse Distrito não existe água tratada. Para matar a sede, as pessoas se viram como podem. È uma região rica em água, existem várias nascentes, porém o poder público não se sensibiliza com a situação daquela população.

Se implantássemos o orçamento democrático participativo, organizaríamos plenárias com os moradores e sem sombras de duvidas eles solicitariam, em primeiro lugar, uma estação de tratamento, a ampliação da rede canalizadora de água, bem como a normatização do abastecimento, acabando de vez com aquele sofrimento.

Todo esse investimento tem um custo. A prefeitura entrava com a parte da infra-estrutura e a comunidade colaboraria com uma taxa simbólica mensal.
Januário Neto




quinta-feira, 12 de abril de 2012

O ESTUPRO DO STJ

O ESTUPRO DO STJ, O CAMPONÊS E O SINO DE FLORENÇA
"Cada vez que morre é como se nunca houvesse existido para aqueles que confiaram nela, para aqueles que esperavam dela o que todos temos o direito de esperar da Justiça: justiça, simplesmente justiça. Não a que se envolve em túnicas de teatro e nos confunde com flores de vã retórica judicial, não a que permitiu que lhe vendassem os olhos e alterassem os pesos da balança, não a da espada que corta sempre mais de um lado que do outro, mas uma justiça pedestre, uma justiça companheira cotidiana dos homens, uma justiça para a qual o justo seria o sinônimo mais exato e rigoroso do ético, uma justiça que chegasse a ser tão indispensável para a felicidade do espírito como indispensável para a vida é o alimento do corpo." (José Saramago).
E o mestre José Saramago ainda nos conta uma história ocorrida nas redondezas de Florença, quando os moradores de uma aldeia ouviram o ressoar ininterrupto do sino local e todos para lá se dirigiram a fim de saberem quem havia morrido, contudo, de repente, um velho camponês desce da torre da capela e ecoa tristonho para todos os aldeões: hoje não morreu ninguém, estou tocando o sino pela MORTE DA JUSTIÇA.
O motivo era que o marquês latifundiário, ganancioso e corrupto do lugar, estava avançando suas cercas sobre os lotes dos nativos, os quais, na esperança de serem protegidos procuraram as autoridades judiciais, no entanto não tiveram respostas. Os marcos e as cercas continuaram avançando.
Há dias que um nó na minha garganta me angustia, me deixa agudamente deprimido, foi a decisão da 3ª Turma do STJ, que considerou não ser crime a prática de conúbio sexual com crianças e adolescentes que já sejam iniciadas nessa intimidades e cheguei a pensar: “decisões judiciais que aviltam a cidadania, a consciência, violenta todos os nossos valores devem ser cumpridas? A minha resposta é não e não com toda a veemência que essa excrescência de sentença merece e também me pus em reflexão: e se fosse a filha de um ministro a vítima, a espada teria cortado do mesmo lado ou haveria uma inversão de entendimentos? Se a estuprada fosse a sobrinha querida da ministra relatora, a balança pesaria da mesma forma ou seus pesos seriam alterados?
Ilustrada ministra e demais votantes da aberrante decisão, aonde os senhores já viram crianças miseráveis, famintas, sem lares, sem famílias, sem orientação, sem esclarecimentos, sem formação religiosa, familiar, social, terem a compreensão e o entendimento para validarem suas vontades em transações com adultos portadores de sérios desvios de conduta? E se essas crianças, essas adolescentes não possuem tais preparos morais e éticos, é porque algum corrupto dos mais depurados palácios, tão bonitos e impressionantes como esse que Vossas Excelências fazem parte lhes roubou a oportunidade para tanto, e ao roubá-las, assaltou os seus direitos de ter discernimento para saber se é lícito, se é legal, se é moral, se é ético (seu mundo gosta de falar em ética) vender a sua pureza, o seu corpinho ainda em formação, anatômica, fisiológica e moralmente. Mas Excelências (gostam de ser tratados assim), como não é sua filha, a besta que comprar seus favores sexuais nada deve à justiça, pois comprou as carnes já corrompidas, experientes, criminosas, não mais ingênuas, conscientes e informadas (foi a senhora quem disse no seu voto) de alguém que marcha na multidão sem rosto, na procissão invisível dos injustiçados, dos periféricos, dos silva do amado solo brasileiro e por isto mesmo não é crime algum. Que coisa ministra, a menininha de rua pode vender suas partes pudendas que não é crime, foi seu pai ou sua mãe que lhe ensinou isto? A Filosofia, a Antropologia, a Teologia, tenho plena convicção, não foram responsáveis por essa sua formação desumana.
Sua decisão tem que ser colocada no banco dos réus da consciência moral e ética de todo o planeta, em todas as esferas de poder e de discussão da dignidade humana.
Seus votos me diz que os dignos ministros, tanto em São Paulo quanto em Brasília viram os olhos aos excluídos e tem formação preconceituosa com os desvalidos que suas canetas deviam proteger. Pergunto-lhes: a senhora e os senhores não sentem pudor e nem se incomodam com o que fizeram? Se responder não, confirmam as minhas fundadas insinuações.
A relatora desse insulto abjeto ao povo de bem deste país, é a mesma que manteve Pimenta Neves solto após condenação por crime de repercussão mundial, julgou não existir crime quando um estelionatário induz um juiz em erro e levanta valores à disposição da justiça e agora, de forma arrogante, vaidosa, autoritária, entendendo que a sua função lhe autoriza a tomar decisões insólitas, vergonhosas e criminalizadora da infância e adolescência pobre da nossa nação.
Admira-me alguns magistrados que libertam assaltantes, estupradores, assassinos, latrocidas, traficantes de todos os matizes se acobertarem para fazê-lo de alguns argumentos ou fundamentos como chamam, para colocar nas ruas tais celerados, quando tinham à disposição centenas de outras razões, além de todos os princípios jurídicos e sociais para os manterem no cárcere, às vezes inconformado penso: a vida, a honra, o patrimônio não são deles e nem dos que lhes são caros, de forma que devem raciocinar, se é que possuem razão: nada temos com isto, vocês que se virem, solto e pronto, se ele voltar a matar, problema de vocês.
Ora, se uma adolescente de 12 anos pode vender seu corpo, então pode praticar qualquer ato da vida civil, a exemplo de contrair empréstimo, comprar a crédito, obter financiamentos, vender o que dispuser, tudo é válido, se já não são mais inocentes, segundo os sábios ministros, cuja decisão, esta sim, estuprou a todos nós e sabem o que eles acham disto? Ficam zombando, rindo, debochando.
Concordo com a ANPR (Associação Nacional dos Procuradores da República) que exclamou: “A decisão foi um salvo conduto à exploração sexual”.
Sou solidário a todos os lutadores pelo direito à cidadania que entendem que a proteção a quem ainda não tem capacidade de tomar decisões importantes é um DIREITO ABSOLUTO que não pode ser relativizado, como fez a decisão da ministra paulista e seus preclaros colegas da 3ª Turma.
É de se perguntar: uma adolescente, mesmo com experiência sexual possui experiência? É óbvio que não, ela é um ente em formação, ela não pode avaliar as conseqüências de se prostituir, ela necessita aprender, precisa de defesa e ao contrário do entendimento da ministra e seus seletos pares de vestes talares medievais, merecem sim, muito mais ainda, de todos os cuidados, de toda a proteção, já que o fato de se prostituirem é mais um estado de vitimização e não criminalização como fizeram.
Eu, um velho promotor que escrevo duramente contra adultos tarados, pedófilos, que trabalho 24 horas no combate a essas feridas que calam fundo na consciência de toda a gente, só posso exclamar: COM DECISÕES DESSE JAEZ, BREVEMENTE, URBI ET ORBI, OS SINOS RIBOMBARÃO EM TODO O TORRÃO VERDE AMARELO, NUM CHORO COPIOSO PELA MORTE DA JUSTIÇA, CUJA INUMAÇÃO SERÁ EFETIVADA COM SUAS TÚNICAS DO TEATRO MEDIEVAL.
Marinho Mendes Machado

terça-feira, 10 de abril de 2012

Ausência de projetos na reunião da oposição no dia 28/03/12


Muito me incomoda participar de uma grande reunião, com partidos de oposição e lideranças diversas,  e, perceber a total ausência de projetos. Foi o que aconteceu na reunião realizada no dia 28/03/1012 na casa do pré-candidato a prefeito pela oposição do município de Jacaraú, o jovem João Ribeiro.
Ainda houve uma pequena tentativa por parte do Pré- candidato em apresentar projetos, sobretudo na área da saúde, porém os populares que lá estavam não mostraram interesse por esses projetos, só aplausos. É como se, chegar à prefeitura seja o objetivo geral a ser atingido, não importando o que será feito depois. Esse modo de fazer política é muito contagiante, alegre, divertido, contudo é muito arriscado e perigoso. É um passo no escuro.  Reflitamos o seguinte: Se com um projeto de administração bem definido e aceito pela grande maioria da população, a total realização do mesmo ainda é difícil, imaginemos sem esses projetos, só no ôba-ôba. “Chegando lá,  saberemos o que fazer!”
Dos dezoito pretensos candidatos e candidatas ao poder legislativo municipal que fizeram uso da palavra, nesta reunião,  apenas uma afirmou ter projetos a apresentar no período adequado. Os demais, talvez no intuito de serem aplaudidos pela multidão, discursaram fazendo apologia a vitória que se anuncia.
Faz-se necessário ter um projeto de governo bem elaborado, trabalhado e publicado, se necessário até com o secretariado previsto para a realização do mesmo. Esse projeto não “cai do céu”, ele precisa ser elaborado com lideranças técnicas e sociais capazes de viabilizá-lo. Se assim não for, é como se o casamento fosse preparado, o noivo a espera no altar e a noiva não aparece, até porque ela não existe.
Januário Neto.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

A casa do bolo será inaugurada em breve, segundo secretário.

Segunda, 9 de Abril de 2012 - 15h10

Vereadores denunciam ‘farra do bolo’ em Jacaraú; prefeitura nega


bolo
bolo ( foto: ilustrativa)
Os vereadores de oposição no município de Jacaraú, região do Litoral Norte paraibano, estão denunciando uma ‘farra do bolo’ orquestrada pela prefeitura da cidade.  A denúncia veio à tona durante o final de semana pelo vereador Perón Bezerra (PSD).
De acordo com o parlamentar, a prefeitura fez destinou cerca de R$ 38 mil para a aquisição de equipamentos que seriam utilizados na implantação da ‘Casa do Bolo’, mas que até o momento, o espaço social não foi entregue a população.
“- Nós da oposição sabemos que esse pagamento foi feito, mas a Casa do Bolo nunca existiu. Vamos apurar e se for comprovado desvio de verba alguém vai ter que responder.” Finalizou o vereador Perón Bezerra.
Perón disse que o projeto da “Casa do Bolo” foi aprovado desde o ano passado pela Câmara Municipal de Jacaraú.
Outro lado
O secretário de Ação Social de Jacaraú, Jaime Carneiro, desmentiu o superfaturamento com o projeto ‘Casa do Bolo’ e garantiu que o espaço será entregue na próxima semana.
Carneiro disse que todos os equipamentos já foram comprados, mas que o prédio onde vai funcionar a fábrica está passando por uma reforma. Em virtude de algumas adequações, houve um atraso na entrega.
De acordo com o secretário, o projeto vai beneficiar 20 famílias carentes do município.
Hyldo Pereira, com informações do Portal MaisPB