sábado, 19 de janeiro de 2013

UM NOVO TEMPO

UM NOVO TEMPO
Concursado desde 1997 no Município de Logradouro-PB. No ano de 2002, com a chegada de Lula à presidência e de Cássio ao Governo do Estado, passei a ser perseguido pela administração do citado Município. Após seis anos de resistência, praticamente, fui expulso de lá. Após chegar a Jacaraú (2008), terra natal, Município que escolhi para residir, a perseguição continuou dado ao laço de amizade existente entre ambos os gestores. (Quando eu dispuser de tempo suficiente, publicarei um artigo contendo os principais episódios dessa perseguição político-financeiro, do qual fui vítima durante todos esses anos).
Hoje, dia 19 de janeiro de 2013, com a alma bastante serena, espírito tranquilo, sensação de vitória e de dever cumprido, passo a relatar uma nova história.
Agora, ao percorrer os corredores e salas da Prefeitura Municipal de Jacaraú-PB, percebo a felicidade estampada no rosto daqueles que atendem a população. Ao chegar à sala da recepção, já não encontro mais àqueles rostos de pessoas mal amadas, que não sabem receber nem a si própria, pelo contrário, encontro Betânia Martins; jovem, alegre, descontraída, pessoa que dá vida a qualquer ambiente que se encontrar;
Chegando a sala da equipe de Comunicação me deparo com Pery Camilo, Jovem, extrovertida, educada, inteligente, prestativa, são tantas qualidades mais, que me faltam adjetivos dado a junção de tantos fatores positivos em uma só pessoa. A presença dela deixa o ambiente ativo, alegre, vivo;
Dirigindo-me ao setor de Cultura, recebo um abraço apertado, verdadeiro e leal do Secretário da pasta, Válfer Florêncio. Um jovem combativo, decidido, inteligente, pessoa de quem esse Município pode se orgulhar, pois sempre se fez presente na vida pública deste, dando a esse povo sofrido a atenção que ele merece;
Em Obras, o jovem Secretário Rony e sua equipe formada pelos igualmente jovens, Giovanne, Del e Jonas. Simpáticos, trabalhadores, atuantes, sempre dispostos ao chamado;
Transportes, com o jovem Secretário Sandrinho, com uma preocupação em atender a todos que o procuram, antes nunca visto neste setor. Juntamente com seu assessor Freitas, atendem ao povo com educação e agilidade;
Em meio a esse  novo, encontramos o senhor Bena, único remanescente da administração passada, pessoa de rosto sério, fechado e de pouca conversa, porém, temos conversado bastante e o trabalho que temos desenvolvido, ganhou um novo espírito, e em meio a tanta gente boa, até o homem mais sério da Prefeitura, notoriamente trabalha mais feliz;
Ainda no setor da papelada, na contabilidade/tesouraria, encontro as jovens, Josilane, Edilene e Josielma, pessoas maravilhosas, até me fizeram uma surpresa esta semana: Mandaram-me adentrar a sala em que trabalham, pediram que eu levantasse uma bolsa, (tudo com muito suspense), e pra minha surpresa?!1 kg de castanha, torradinha, pronta para ser consumida. Juntos, realizamos a degustação com a participação de Josinaldo Fernandes, que chegava à sala neste exato momento. Meninas educadas, prestativas, capacitadas, estamos bem servidos ali;
E falando em Josinaldo Fernandes, acredito eu, que neste caso, dispensa comentários.
Se eu fosse descrever todos os momentos deste novo tempo, deste novo Governo, seria necessário mais que um livro para tanto, porém fato como estes tem sido comum em visita à Prefeitura, pois as pessoas que agora compõe o Governo, realmente agem e tratam as pessoas como seres humanos. Não querem saber de onde elas veem, a que partido pertencem, em quem elas votaram... Para estas pessoas, o Povo está em primeiro lugar, e nós (POVO), estamos agora sendo tratados com o respeito que a nós é merecido e de direito.
Não poderia aqui, claro, deixar de registrar a felicidade daquelas senhoras que servem o cafezinho, a água geladinha, a todos que esperam um atendimento, dona Cida e Lucinha. Gente! É contagiante a maneira como elas nos oferecem o café ou a água, tem sido muito mais que isto, oferecem com toda a gentileza humanidade, amor pelo que fazem.
Some-se a tudo isso, lá no setor da Administração/Educação, o relacionamento que o Professor Adelson Ângelo, Secretário, tem tido para conosco. O atendimento autêntico da amiga Paula Cesar Camilo, neste censo funcional.
Se esses servidores possuem esse perfil, imagine quem os escolheu? Uma gestão compartilhada, apoiada, por essas pessoas, sem sombra de dúvidas, prosperará.
Todos os dias o prédio da Prefeitura fica repleto de pessoas. Gente que busca atendimento, atenção, consolo. Pessoas que já perceberam que ali poderão encontrar a solução de seus problemas.
A tudo isso classifica um NOVO TEMPO. Sem as velhas perseguições, sem a altivez dos líderes hierárquicos, sem o mau humor dos subordinados, sem o desprezo e a imponência “quase divinal” do gestor. Um relacionamento verdadeiramente humano. Vivemos ares de que uma nova Era está por vir. Era de prosperidade para este Município.
Neste momento, bastante emocionado, declaro:
“Sinto orgulho de fazer parte desta nova Administração, sinto orgulho de ser UM dos milhares que acreditaram e que já observam a mudança acontecendo”.
Jacaraú, 19 de janeiro de 2013.•.
Januário O Maior

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Histórico Influente

Sou filho natural deste município, nasci no Sítio Tarama. Aos 05 anos, fui levado para residir na região do brejo paraibano. Em 2008, 36 anos depois, voltei para morar em minha terra natal, neste mesmo ano, prestei concurso público na função de agente administrativo, Sendo aprovado e classificado entre os quatro primeiros. No ano de 2009, após um parecer da promorora da época, fuii nomeado, porém sem portaria de designação, mandaram-me apresentar-se na EMEIF Senador Rui Carneiro onde permaneci até Julho de 2011 quando passaram a subtrair cerca de 50% do meu mísero salário. Enviaram-me para o arquivo morto, um ambiente impróprio para a permanência de um ser humano, contudo, dei vida ao ambiente e nele continuo até os dias atuais, não estou com alergia, mas a minha visão não dá mais para esse trabalho.
No ano de 2012, ano das eleições, apoiei o candidato da oposição, a renovação, a mudança. Não foi fácil a convivência  com a situação e lutando pela mudança. Como de costume, solicitei férias no mês de setembro, tentando minimizar a questão, porém me fora negada pela administração. Percebendo que seria mais difícil a convivência nas semanas que antecedem as eleições e que precisava de tempo para trabalhar nas divullgações em meu veículo de propaganda, solicitei dois meses de licença sem vencimentos. O agravante: Não colocaram ninguém para tirar a minha licença, quando retornei reralizei todos os serviços que estavam em atrazo e por fim, descontaram mais de 200,00 do salário indevido que me pagam. Nunca recebi o salário que deveria ser pago ao agente administrativo, nunca me pagaram quinquênios referente aos anos em que sou funcionário público municipal, pois para assumir neste município, dei baixa na função que exercia a 12 anos no Município de Logradouro-PB.
No início da Campanha eleitoral, recebi uma vizita do então candidato João Ribeiro, na oportunidade acompanhado do seu vice Veio André, após o término da converça falei pra João: " A minha questão não é dinheiro, eu quero colaborar com o desenvolvimento do nosso município". O então candidato retrucou:" Você estará conosco na nossa administração", essa frase foi recitada em muitos outros momentos em que estivemos reunidos.
Durante a gestão passada, sofri bastante ao vê carros de som de outros municípios realisando os trabalhos da prefeitura em detrimento ao meu que ficava parado na porta da minha casa.
Estou no aguardo de uma nova função,distante do trabalho burocrático. Fico mais à vontade atuando em um serviço de campo, na busca de melhores dias para esta população carente e na construção deste novo governo do qual luto para o seu sucesso.
O governo de João foi uma decepção para mim e para a população do Município, além de não me dar oportunidade, ainda conseguiu me afastar do cargo de professor que ocupara no Estado da Paraíba; ainda me deu uma coordenação (cultura), porém nunca remunerou por este serviço e nunca me deu oportunidade de trabalhar projetos para o desenvolvimento local, até fui treinado pelo CEBRAE, por uma semana, para atuar como agente de desenvolvimento local, porém nunca fora organizada a sala do empreendedor. Enquanto constatava que os representantes do poder político local não me davam oportunidade de atuar na gestão, cuidava da divulgação em carro de som e apoiava a minha esposa em uma pequena cigarreira localizada ao lado da escola Neuza Medeiros. 
As eleições de 2016 chegam ao momento de apresentar um amigo meu e de minha família, Elias Costa. Como eu já havia trabalhado o nome do mesmo quando concorrera no ano de 2008 pelo PT, não pensei duas vezes, caí com força total em sua campanha; batalha difícil, pois estávamos lutando contra a máquina publica e os maiores políticos do Município. Vencemos, e o que fez o amigo Elias: Me deixou fora de sua gestão, não cumpriu com o compromisso que assumira de contratar os serviços de carro de som e de quebra, arrancou a barraca "Ação judicial que se arrastava desde a época de João" onde a minha esposa ganhava o seu sustento, colaborando com as despesas da família.
Vedo eu, que nada mais havia a realizar no Município, pois nunca me colocaram na função para a qual prestei concurso, também nunca pagaram o valor ofertado no edital do  mesmo; sem a função que tinha em Logradouro, sem o contrato do Estado, sem a contratação do carro de som (Mini-trio) e sem a comercialização de lanches na barraca só me restou deixar a cidade.
Em março do ano de 2020, consegui uma permuta com a professora Gracinha, porém uma época complicada em que estávamos atravessando a pandemia do covid-19. dois anos depois, ela desfez.
Januário o Maior.

domingo, 30 de dezembro de 2012

A Morte está próxima



A morte está próxima

Estamos no penúltimo dia do ano de 2012. Nos últimos dois anos a morte tem rondado a minha residência. Em 19 de agosto do ano próximo passado, aconteceu a morte do meu cachorro de estimação,meses depois, o meu vizinho, esposo de Vaninha Oliveira, em um grave acidente, perdeu a sua vida. Meses depois, Valdeci, um amigo que mora na mesma Rua que eu, sofreu um acidente, juntamente com a sua esposa. Passou vários dias internado, mas, graças a Deus a morte não o levou. A pouco mais de um mês, o Senhor Renato da oficina, pai do meu amigo Nego e da minha vizinha Eliane, sofreu um acidente de trabalho e após vários dias de tratamentos, veio a óbito. Agora, na última semana do ano de 2012, o vizinho e amigo Tó, juntamente com a sua esposa, Sandra, sofrem um terrível acidente automobilístico culminando no falecimento da mesma.
Não sou uma pessoa supersticiosa, porém sinto que a morte está bem próxima. Todas as pessoas envolvidas neste relato, são pessoas do nosso convívio, gente com quem nos relacionávamos diariamente, pessoas queridas que estavam ali próximo da gente. Será que o fato de eu divulgar notas de falecimento está atraindo a morte pra perto de mim? Até quando a morte vai rodar a minha vizinhança?
Estamos em uma época propícia para renovarmos a esperança na realização dos nossos sonhos, na construção de melhores dias, na harmonia entre os seres humanos. Época essa em que devemos nos aproximar de Deus o nosso Pai e Criador. São esses os votos que desejo a todos os amigos e amigas do face, porém confesso: “ESTOU BASTANTE APREENSIVO COM TUDO QUE ESTÁ ACONTECENDO EM VOLTA DE MIM”.
Januário o maior

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

O que foi a Marcha do Sal liderada por Mahatma Gandhi?



Ultimamente o sal não está em seus melhores dias. Os nutricionistas estão constantemente pedindo para que a gente “esconda” o saleiro e, de preferência, para que passamos a consumir uma versão com baixo teor de sódio. O sal é mais do que um tempero; tecnicamente falando ele é um mineral. Apesar do excesso de sal fazer mal para nós, o mineral em si é essencial para o bom funcionamento do corpo – ele nos ajuda a transmitir os impulsos elétricos nervosos. Conhecendo o quão o sal é necessário para o corpo humano não é surpresa alguma saber que o mineral provocou um dos maiores protestos na história moderna.

Há muito tempo atrás, as pessoas obtinham sal dos animais que caçavam e devoravam (a carne crua é uma boa fonte de sal). Mas depois de deixarem de ser caçadores para tornarem-se fazendeiros, as pessoas acabaram substituindo a carne em sua dieta por vegetais e grãos – como resultado, tornou-se necessário uma fonte suplementar de sal [fonte: Le Couteur].

Desde os tempos mais remotos os governos souberam tirar proveito da tributação do sal. Uma vez que todo mundo precisava de sal, a receita era garantida. Além disso, antes da existência das geladeiras, o sal era muito usado para preservar os alimentos, tornando-se uma commodity.

No entanto, as altas taxas de imposto sobre o sal acabaram levando a muitas controvérsias no decorrer da história. O imposto francês sobre o sal, conhecido como gabelle, ajudou até mesmo a incitar a Revolução Francesa (em inglês).

No século 20, outra taxação sobre o sal inspirou uma ação revolucionária. O fato aconteceu na Índia, até então oprimida sobre o domínio colonial britânico. Da maneira similar a que os colonos americanos organizaram a Boston Tea Party, 150 anos antes, para protestar contra as leis inglesas, os indianos também se engajaram para reivindicar seus direitos – de forma pacífica.
Um importante líder do movimento pela independência indiana, Mohandas (mais conhecido por Mahatma ou “de grande alma”) Gandhi é conhecido por promover uma nova “filosofia” de desobediência civil. Ele acreditava que a Índia poderia obter sua independência da Grã-Bretanha através de campanhas sem o uso da violência. O sal esteve à frente da principal campanha de Gandhi tornando-se o símbolo da opressão britânica.
Em 1919, depois dos indianos ajudarem os britânicos na Primeira Guerra
Mundial (em inglês), o foco do Congresso Nacional passou a ser a completa independência do país. Foi quando Gandhi surgiu. A filosofia que ele desenvolveu incentivando todos a lutar pacificamente ficou conhecida como satyagraha, que tinha como princípios a busca da verdade absoluta, a não violência e o autocontrole.

Para entender porque o imposto britânico sobre o sal era tão opressivo para o povo indiano, é bom saber um pouco sobre o clima e a cultura do local. O clima quente da Índia faz as pessoas suarem e, por consequência, perderem o seu próprio suprimento de sal. E  porque os indianos não costumam comer muita carne (fonte natural de sal) eles precisam de uma fonte suplementar de sal para se manterem saudáveis. Tributar o mineral que o povo indiano mais precisava para sobreviver foi apenas uma maneira que o governo britânico encontrou para manter os indianos sob seu domínio.

Mas na manhã de 12 de março de 1930, Gandhi resolveu acabar com isso. Ele e outros 78 seguidores começaram a marchar de Sabarmati Ashram em direção à Dandi, no Mar Arábico. Muitas outras pessoas se juntaram ao grupo durante a jornada de 400 km. Andando cerca de 16 a 24 km por dia, Gandhi alcançou o seu destino em 24 dias [fonte: Nojeim - em inglês].
Durante a marcha, ele parou em várias aldeias procurando convencer funcionários do governo a pedirem demissão em forma de protesto além de encorajar outras pessoas a se unirem à manifestação de forma não violenta. Quando chegou ao mar, Gandhi coletou um pedaço de sal – o que era contra a lei. O ato inspirou uma onda de coleta ilegal de sal resultando em milhares de prisões.

O frágil Gandhi, de 61 anos, não precisava ter andado. Ele poderia ter ido de carro ou de trem para coletar o sal no mar. Mas ele sabia o que estava fazendo. A sua marcha foi um protesto simbólico para atrair a atenção da mídia além de servir de inspiração para outras ações mais do que qualquer coisa. Muitos historiadores de hoje em dia consideram esse como o ato mais poderoso de Gandhi. Logo em seguida foi firmado o pacto Gandhi-Irwin que permitia às pessoas coletarem e fabricarem o sal. No ano seguinte o governo aumentou o imposto.

Depois da Segunda Guerra Mundial (em inglês) finalmente a Grã-Bretanha concedeu a independência à Índia – muito se deve às campanhas não violentas de Gandhi. Sua filosofia e legado escrito também contribuíram para inspirar outros, como Martin Luther King Jr., em busca de mudanças através da desobediência civil (em inglês) sem violência.

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

A Origem dos Reinados - Jacaraú-PB



Em uma tentativa de permanecer no poder, a família Carvalho, burla a Justiça Eleitoral, transferindo o domicílio eleitoral do filho do atual prefeito de Pedro Regis  para o Município de Jacaraú. Esse grupo começou a se instalar neste município no início da década de 90. No ano de 96, com algumas bases do reinado já instaladas, conquistaram a prefeitura e se mantêm até os dias atuais.
Após o término do 2º mandato do médico Pedro Batista de Carvalho, Transferiu o domicílio eleitoral do seu irmão para Pedro Regis e indicou a atual gestora para continuar neste município. Sofreram  algum  abalo devido a intolerância da atual gestora q orientou a Câmara municipal a reprovar as contas do seu antecessor,  afastou muitos correligionários do mesmo e ampliou a base de apoio a ela própria, porém foi só um mal entendido entre família e grupo, estão todos unidos novamente para tentar se perpetuar no poder.

A vontade do médico Severino, após estar concluindo o seu oitavo ano de mandato na cidade vizinha de Pedro Regis, seria transferir o seu domicílio eleitoral para Jacaraú e concorrer as eleições de 2012,  como prefeito. A justiça não tem permitido esse tipo de prefeito itinerante ou profissional, como são denominados, Percebendo essa impossibilidade, tratou de indicar um vereador e correligionário seu para continuar em Pedro Regis e o filho para continuar em Jacaraú, burlando a legislação e dessa forma continuar com o seu grupo e a sua família no poder. Não entendemos o porquê da Justiça Eleitoral não impugnar esse tipo de candidatura já no seu nascedouro, pois se o pai não pôde o filho também não pode, conforme afirmou o  Dr. Iordan Moreira Delgado, Promotor Federal e Procurador Regional Eleitora,  Em entrevista ao programa "Fala Paraíba" do dia 25 de abriu de 2012. O mesmo afirma que, PARENTESCO ATÉ 2º GRAU, OU SEJA, FILHO,  IRMÃO, A LEI SE ESTENDE A ESSES CASOS, NÃO SENDO PERMITIDO A CANDIDATURA DE TAIS PRETENDENTES.

A  vice-procuradora-geral Eleitoral, Sandra Cureau. Deixou bem claro essa questão ao apontar de modo jurisprudencial alguns casos.
A jurisprudência do TSE firmou-se a partir do julgamento, em dezembro de 2008, do prefeito de Porto de Pedras, Alagoas, Rogério Farias – irmão do ex-tesoureiro de Fernando Collor, PC Farias – que buscava o terceiro mandato. Quando transferiu o domicílio de Barra de Santo Antônio, que governou de 2001 a 2004, deixou a mulher em seu lugar, Rume Farias.

Ele ainda tentou eleger a filha, Joselita Farias, prefeita de São Miguel dos Milagres, contíguo aos demais. “Eles têm uma criatividade fantástica para burlar a lei”, analisa a procuradora. Como os “prefeitos itinerantes” fraudam a lei? Eles usam a possibilidade de transferência de domicílio eleitoral para se candidatar sucessivamente ao cargo de prefeito em municípios vizinhos. O TSE entendeu que essa faculdade não pode ser usada para fraudar a Constituição, que veda a perpetuação no poder. O artigo 14, parágrafo 5o, diz que o presidente da República, governadores e prefeitos poderão ser reeleitos “para um único período subsequente”.
De acordo com esse texto, as fotos exibidas, fica evidente que a nossa constituição Federal está sofrendo violação por esta família e este grupo que pretende se perpetuar no poder desses municípios que fora  desmembrado recentemente. Acreditamos que a população desses municípios farão o seu  julgamento no próximo domingo (07/10/12) porém a Justiça eleitoral precisa fazer a sua parte, afinal, já deveria ter feito impugnando esse tipo de candidatura em seu nascedouro, zelando pelo cumprimento da nossa constituição, pois sem a rotatividade do poder não existe Democracia. Imagine se por um acaso esse grupo continuar no poder e a justiça vier observar esses detalhes após a vitória: Correremos o sério risco de ficarmos em uma celeuma política igual às cidades de Marcação e Itapororoca com a indefinição de seus governantes durante este último mandato. Não é isso que queremos para a nossa cidade, queremos mudanças e rotatividade do poder.
Januário Neto.
Nesta imagem pode-se perceger o atual prefeito de Pedro Regis no centro da foto, na esquerda, o filho dele que está concorrendo à prefeito de Jacaraú e à esquerda o vice.
Nesta foto, no centro, temos o Médico Pedro Batista de Carvalho que administrou o município de Jacaraú de 1997 a 2004. Irmão do atual prefeito de Pedro Regis e tio do candedato a prefeito do município de Jacaraú. O pioneiro do clã Carvalho a administrar este município.

No centro da foto, o atual prefeito de Pedro Regis, à esquerda, o candidato que ele está apoiando para prefeito e à direita, a vice.


terça-feira, 2 de outubro de 2012

A Mensagem do Bambu

 

 

 

  AS 7 VERDADES DOBAMBU(Pe.LEU)

 

 

 

 


Depois de uma grande tempestade, o menino que estava passando férias na casa do seu avô, o chamou para a varanda e falou:
 
Vovô corre aqui! Explica-me como essa figueira, árvore frondosa e imensa, que precisava de quatro homenspara balançar seu tronco se quebrou, caiu com o vento e com a chuva… este bambu é tão fraco e continua de pé? Filho, o bambu permanece em pé porque teve a humildade de se curvar na hora da tempestade. A figueira quis enfrentar o vento. O bambu nos ensina sete coisas. Se você tiver a grandeza e a humildade dele, vai experimentar o triunfo da paz em seu coração.
 A primeira verdade que o bambu nos ensina, e a mais importante, é a humildade diante dos problemas, das dificuldades. Eu não me curvo diante do problema e da dificuldade, mas diante daquele, o único, o princípio da paz, aquele que me chama, que é o Senhor.

 Segunda verdade: o bambu cria raízes profundas. É muito difícil arrancar um bambu, pois o que ele tem para cima ele tem para baixo também. Você precisa aprofundar a cada dia suas raízes em Deus na oração.
 Terceira verdade: Você já viu um pé de bambu sozinho? Apenas quando é novo, mas antes de crescer ele permite que nasça outros a seu lado (como no cooperativismo). Sabe que vai precisar deles. Eles estão sempre grudados uns nos outros, tanto que de longe parecem com uma árvore. Às vezes tentamos arrancar um bambu lá de dentro, cortamos e não conseguimos. Os animais mais frágeis vivem em bandos, para que desse modo se livrem dos predadores.
 A quarta verdade que o bambu nos ensina é não criar galhos. Como tem a meta no alto e vive em moita, comunidade, o bambu não se permite criar galhos. Nós perdemos muito tempo na vida tentando proteger nossos galhos, coisas insignificantes que damos um valor inestimável. Para ganhar, é preciso perder tudo aquilo que nos impede de subirmos suavemente.
 A quinta verdade é que o bambu é cheio de “nós” (e não de eu’s). Como ele é oco, sabe que se crescesse sem nós seria muito fraco. Os nós são os problemas e as dificuldades que superamos. Os nós são as pessoas que nos ajudam, aqueles que estão próximos e acabam sendo força nos momentos difíceis. Não devemos pedir a Deus que nos afaste dos problemas e dos sofrimentos. Eles são nossos melhores professores, se soubermos aprender com eles.
 A sexta verdade é que o bambu é oco, vazio de si mesmo. Enquanto não nos esvaziarmos de tudo aquilo que nos preenche, que rouba nosso tempo, que tira nossa paz, não seremos felizes. Ser oco significa estar pronto para ser cheio do Espírito Santo.
Por fim, a sétima lição que o bambu nos dá é exatamente o título do livro: ele só cresce para o alto. Ele busca as coisas do Alto. Essa é a sua meta.
SEJA COMO O BAMBU... Ele verga mais não quebra...

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

O uso de elementos religiosos na política partidária


            O uso da Religião em campanha política
O envolvimento de elementos religiosos em campanha política, não tem dado certo. Basta observar o resultado da última campanha pra governador. O então candidato José Targino Maranhão, na tentativa de permanecer à frente do Governo estadual, tentou associar a pessoa de Ricardo Coutinho, o seu principal opositor, a todo tipo de feitiçaria e ateísmo. Resultado: Ricardo venceu as eleições nos dois turnos, nem o poderio econômico utilizado por Zé (quem não lembra aviões sobrevoando a nossa cidade derramando papeis nas véspera da eleição), nem a força religiosa conseguiu mudar a vontade livre e soberana do povo paraibano que votou pela mudança. Em Jacaraú, a situação, em uma tentativa desesperada de permanecer à frente do poder, tenta passar a todo custo, para as pessoas simples, menos esclarecidas, que são o povo do bem, da paz, pastores, canarinhos de cristo e muito mais. Cuidado, Deus não dorme! Quem usa o nome de Deus em vão para tentar enganar as pessoas simples, humilde e de bom coração, pode pagar um preço muito alto.

O maniqueísmo é uma tática bastante antiga para vender a imagem de bonzinhos e boazinhas, e, do outro lado, o mal. A nossa gente não está tão atrasada para cair nesse tipo de artimanha.